Quando um paciente entra pela primeira vez no consultório de um osteopata, este deverá levar a cabo uma pormenorizada recolha de informação médica, psicológica e social (anamese). O paciente é visto como um todo, e o osteopata realiza um exame clínico dito holístico. Depois, são escolhidas as técnicas terapêuticas adequadas ao caso de cada paciente, sendo este tratamento reavaliado a cada consulta, através de testes preliminares.
Se as boas práticas forem cumpridas, os tratamentos são realizados de forma suave, não agressiva nem traumática. O osteopata utiliza somente as mãos para alcançar um suposto efeito terapêutico, alegando providenciar aos pacientes as ferramentas de que precisam para restaurar e manter o natural estado de regeneração. No fundo, o que o osteopata irá propor é diagnosticar doenças e restaurar as funções de ligamentos, músculos, tendões, órgãos e até de células, somente utilizando as mãos no corpo, puxando, esticando e manipulando diferentes partes. A comunidade científica questiona. Apesar de impressionante, como é possível?

